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Açúcar e adoçante são prejudiciais à saúde
Aspartame pode provocar ganho de peso


O simples ato de adoçar um café pode ser prejudicial à saúde, se o produto utilizado não for bem escolhido. Apesar do açúcar ser considerado o vilão das dietas, por acumular gordura nas células e aumentar rapidamente o nível de glicose, alguns adoçantes podem, com o uso constante, até mesmo, destruir o sistema nervoso e o cérebro.

A primeira sensação após o consumo de açúcar é de bem estar e ganho de energia, mas, pouco tempo depois, quando há a queda da glicose, aparecem os sintomas de hipoglicemia: fraqueza, falta de concentração, depressão, ansiedade, irritabilidade, sudorose, dores de cabeça, queda dos níveis de energia e fome precoce. Além de ter carência de nutrientes, o açúcar rouba do organismo cromo, selênio, magnésio e zinco, envolvidos em múltiplas reações orgânicas. O produto é também um depressor do sistema imunológico e não deve ser consumido por quem já tem redução da imunidade.

O açúcar mascavo e mel são mais saudáveis do ponto de vista nutricional, pois contêm mais nutrientes, mas também provocam as oscilações desagradáveis na glicose e favorecem o ganho de peso.

O aspartame é uma neurotoxina, ou seja, uma droga que destrói o sistema nervoso e o cérebro, porque provoca a sua excitabilidade. Sua molécula tem três componentes: o ácido aspártico, a fenilalanina e o metanol. O adoçante pode provocar, entre outras coisas, reações alérgicas alimentares, dores de cabeça, náusea, espasmos musculares, perda de audição, depressão e surgimento ou piora de algumas doenças degenerativas como: Parkinson, Alzheimer, retardo mental.

O uso constante de adoçantes não é recomendado. É importante lembrar que durante o dia acabamos tomando aspartame, muitas vezes sem perceber, em refrigerantes, sucos, produtos diet, café, etc. E é exatamente esse consumo que pode trazer males à saúde, e não o uso esporiádico do produto.

Adoçantes engordam
Por não ter valor nutricional e ser considerado uma toxica, o aspartame pode provocar o ganho de peso. Abaixo estão quatro teorias para o não uso do produto:
 Teoria tóxica: São substâncias sintéticas. O nosso organismo não foi preparado para o recebimento delas. Esta é uma das causas que acentuam a obesidade. O acúmulo das toxinas, como o adoçante, ocorre no tecido de gordura e quanto maior o depósito, maior é a dificuldade de gastar a gordura ali estocada.
 Teoria psicológica: Ao ter um consumo grande de alimentos diet e light, as pessoas se permitem comer maior quantidade de comida.
 Teoria metabólica: O organismo não distigue o que açúcar de adoçante e, por isso, pode estimular a produção de insulina. Quanto mais insulina for produzida pelo pâncreas, maiores são as chances de depósito de gordura corporal, sobretudo, no abdômen.
 Teoria absortiva: Os adoçantes sensibilizam os receptores para o sabor doce do intestino, aumentando a absorção de glicose e estimulando a produção de insulina.

Os adoçantes também podem prejudicar os diabéticos, pois favorecem complicações como neuropatia, retinopatia, catarata e podem provocar mal controle glicêmico em quem faz tratamento. O aspartame é principalmente tóxico durante a gestaçao, pois o cérebro do feto consegue captar 5x mais este adoçante do que adultos, podendo gerar lesões no sistema nervoso.

O Diketopiperazine (DKP) é um subproduto do metabolismo do aspartame, implicado na ocorrência de tumores cerebrais e em pólipos uterinos e na alteração do colesterol.

Todos os adoçantes artificiais têm seus limites diários regulamentados pela ANVISA, mas cada pessoa tem um nível de tolerância a uma determinada substância. Se não tiver escolha quanto ao uso de adoçantes, é recomendado o uso da stevia (o edulcorante mais natural), pois ainda não houve efeitos colaterais associados a ela, ou rodiziar os tipos de adoçante, para não haver o excesso de consumo de nenhum deles.

O Esteviosídeo é extraído da planta Stevia rebaudiana, planta nativa da américa do sul. Ele adoça até 300 vezes mais que a sacarose e não contém calorias. Estudos apontam o seu poder em suprimir o crescimento bacteriano nos dentes, além disso, regula a pressão arterial, tem poder diurético e de regular os níveis de açúcar no sangue. O seu sabor doce também não é afetado pelo aquecimento.

Existem diferentes marcas de estevia no mercado, cada uma com um sabor diferente. Alguns produtos oferecem a stevia associado a outros adoçantes (ex: ciclamato e sacarina) enquanto outros oferecem a stevia pura, sempre sendo esta a melhor opção.

Componentes do aspartame:

Ácido aspártico (40% do aspartame) - É um aminoácido excitatorio, que mata células nervosas, porque permite a entrada de muito cálcio dentro delas, aumentando a produçãoo de muitos radicais livres que mata as células.

Fenilalanina (50% do aspartame) - É um aminoácido, que, quando consumido em excesso, é encontrado em altos níveis no cérebro. Isso causa a redução da serotonina, susbtância que regula o sono, levando as pessoas às desordens emocionais como a depressão. Este acumulo facilita a ocorrência de ataques epiléticos e é particularmente perigoso para crianças e fetos.


Metanol (10% do aspartame) - Quando aquecido, o metanol é quebrado em ácido fórmico e formaldeído, ambos tóxicos para o organismo. O formaldeído é uma neurotoxina de ação cancerígena, que pode causar defeitos no nascimento. Ela faz parte do mesmo grupo das drogas do cianeto e do arsênico. O excesso de metanol pode causar problemas visuais como visão turma, lesão na retina e até cegueira.

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