24.nov.2014

Conheça o matcha!

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O Matcha é um extrato verde, vivo e brilhante, tradicionalmente utilizado em cerimônias japonesas, mas que vem tornando-se o sucesso do momento aqui no ocidente. Considerado o mais puro e nobre dos chás verdes, suas folhas são cultivadas à sombra por várias semanas antes da colheita. Esse processo faz com que a planta produza mais clorofila e, por isso, ganhe uma cor verde brilhante. As folhas são colhidas a mão, em uma processo totalmente artesanal, cozidas ao vapor, secas e depois levadas a um moinho de pedra, que gira lentamente, preservando todos os nutrientes, dentre os quais:
- Fibras solúveis e insolúveis
- Vitamina A, E e C
- Taninos e catequinas
- Epigalocatequinas
- L-teanina e L-arginina
- Teínas
Essa composição nutricional garante inúmeros benefícios ao organismo, auxiliando especialmente o sistema imunológico no combate às células cancerígenas. Pelo seu alto poder antioxidante, ajuda no retardo do envelhecimento, mantendo o viço da pele, unhas e cabelos. É capaz de aumentar o metabolismo basal, ajudando na queima de gordura e perda de peso. Melhora a vitalidade e o estado de alerta, além de controlar o stress.
Por ser comercializado em pó, é bastante versátil, podendo ser utilizado como tempero para incrementar pastinhas, peixes e saladas ou ainda em receitas de bolo e sucos além é claro do preparo do chá. Como seu sabor é um pouco amargo, é preciso ter cuidado na hora de adicioná-lo às preparações. O ideal é começar usando uma colherzinha de café e ir aumentando a dose gradualmente até obter um sabor agradável ao paladar.
Experimente essa deliciosa receita: Sorbet de Manga com Matcha
Bata 1 manga palmer bem madurinha com 1 colher de chá de matcha, 1 colher de café de gengibre ralado, folhinhas frescas de hortelã, cubos de água de coco e raspinhas de tangerina, até ficar homogêneo. Leve ao freezer até ficar bem cremoso. Sirva com uma pitada de cardamomo e folhinhas de hortelã para dar um charme!

17.nov.2014

O poder da mastigação

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É comum encontrarmos muitas pessoas preocupadas com a qualidade de sua alimentação, procurando informações sobre o assunto, mas raramente encontramos pessoas que se preocupem com a sua mastigação. Se você é o tipo de pessoa que é sempre a última a se sentar à mesa para comer e a primeira que acaba, que tal rever alguns pontos.
Quando nos alimentamos sentimos várias experiências sensoriais ao mesmo tempo: o sabor por meio das nossas papilas gustativas, o odor que entra pelas nossas narinas, o colorido que os nossos olhos enxergam. No entanto, o momento de realizar as nossas refeições deve ser calmo e delicado. Mas quando uma pessoa come muito rápido significa que mastiga mal ou não mastiga os alimentos e que, com certeza, terá uma digestão mais difícil, sobrecarregando o trabalho do estômago ocasionando algumas sensações do tipo azia, gases e desconforto.
Além disso, isso pode dificultar o trabalho de absorção dos nutrientes no intestino, pois o processo de identificação das enzimas e compostos necessários para esta absorção inicia-se por um trabalho cerebral que também compromete a eliminação das fezes se o intestino fica “preguiçoso”, ou seja, lento até identificar quais processos deverão ser liberados.
Poucas pessoas sabem que a digestão começa com os olhos para após ser quebrada pela boca, com a ação da saliva que contêm enzimas.
Outro ponto importante é saber que no nosso cérebro existe um centro que regula a fome e a saciedade. Quando comemos com rapidez, com ansiedade, não dá nem tempo do nosso cérebro identificar e enviar uma mensagem de que já estamos satisfeitos com o que comemos, ou seja, já podemos interromper a refeição, pois já não estamos mais com fome e não necessitamos continuar comendo. O cérebro leva, pelo menos, 15 minutos para enviar a mensagem de saciedade. Com isso, a pessoas não precisam, mas repetem o prato! Um exemplo típico é quem come e, logo em seguida, começa a abrir a geladeira e/ou o armário da cozinha em busca de algo para mastigar.
No entanto para comer mais devagar podemos usar de algumas estratégias, tais como:
* Comer em prato de sobremesa e com talher de sobremesa, pois a capacidade deles é menor;
* Descansar os talheres no prato enquanto mastiga;
* Levar o guardanapo à boca;
* Cruzar as mãos;
* Separar as refeições o frio do quente (sempre consumir primeiro as saladas).
Outro ponto importante é evitar tomar líquido em excesso durante as refeições que compromete ação do ácido responsável pela digestão dos alimentos no estômago e prejudicará a sua absorção. Fora dos horários das refeições devemos tomar bastante água para garantir o bom funcionamento dos rins, intestino e para hidratar o corpo. Até porque a necessidade de ingestão hídrica do corpo vem através de um estimulo de sensação de fome.
Comer devagar, mastigando bem os alimentos, sentindo a explosão de sabores, aromas e texturas na boca, é uma experiência gostosa de satisfação e prazer que a alimentação nos dá. Além disso, vamos comer a quantidade necessária de alimentos e de calorias! Absorver o que precisamos e a balança estará do nosso lado.

10.nov.2014

Manteiga e intolerância a lactose: o que fazer para substituir?

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Manteiga e intolerância a lactose! O que fazer para substituir?
A manteiga é usada na preparação de diversos pratos da culinária e possui um sabor sendo que é muito apreciado pela maioria das pessoas. Ela é feita de leite de vaca e seu produto final é composto por cerca de 80 % de gordura, lactose, água e sal. A lactose é o açúcar do leite, e como hoje temos uma grande parcela da população com intolerância a lactose, temos que substituir a manteiga por outros produtos.
Lembrando que a Intolerância à lactose ocorre porque o organismo não produz ou produz pouca quantidade da enzima lactase, responsável pela digestão da lactose. A falta dessa enzima causa o acúmulo da lactose no intestino, onde atrai água e ocorre fermentação por bactérias, provocando diarréia, gases, cólicas e distensão abdominal.
Portanto para quem tem a intolerância a lactose e precisa buscar substituos para manteiga, aqui vão algumas boas opções:
A manteiga Ghee é um tipo de manteiga clarificada, muito usado na culinária indiana, feito com leite de vaca ou de búfala. Na cozinha, ela é usada no lugar do azeite ou do óleo vegetal. A Ghee é o produto de um processo de cozimento lento, da manteiga onde toda umidade é evaporada e os resíduos sólidos se separam, formando uma espuma sob o líquido. Sua vantagem é a de suportar altas temperaturas, podendo ser aquecido até 190ºC, sem saturar ou queimar. O ghee tem aroma agradável e levemente amendoado, possui textura aveludada e sabor delicado. No entanto, é importante lembrar que, mesmo sendo mais saudável, a manteiga ghee ainda é uma gordura. Logo, preconiza-se seu uso moderado. Além disso, por ser mais saborosa que os outros óleos, uma pequena quantidade já é suficiente para ser utilizada em receitas culinárias.
Outra opção é a manteiga de azeite que tem ação antioxidante e anti-inflamatória, além disso, é rica em ômega 3 e vitamina E. É o principal representante dos monoinsaturados que ajuda a manter os níveis de colesterol total dentro dos limites normais e aumenta os níveis de HDL (bom colesterol). Além disso, o azeite facilita a digestão por ter boa digestibilidade, e por isso não gera a sensação de “empachamento”.
Para fazer a manteiga de azeite coloque azeite extra virgem em um pote escuro junto com algumas ervas como orégano, tomilho, sálvia, alecrim, louro. Alho também fica muito bom. Deixe na geladeira por no mínimo 4h para ficar com a consistência mais sólida. Mas atenção: existem diferentes tipos de azeites, o melhor, é o azeite de oliva extra-virgem, com acidez menor que 0,5%.
Viu como pode ser fácil substituir a manteiga, sem perder o sabor?

31.out.2014

Dieta vegetariana

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Recebemos muitas dúvidas frequentes sobre a dieta vegetariana, e se ela seria ou não saudável e recomendável para qualquer um. De acordo com a American Dietetic Association(ADA) a alimentação vegetariana apropriadamente planejada é sim, considerada saudável. Quando nutricionalmente adequadas elas podem proporcionar benefícios a saúde incluindo prevenção e tratamento de doenças. Bem planejada a alimentação vegetariana é apropriada para indivíduos em qualquer fase da vida.
O que acontece é que muitas pessoas ao se tornarem vegetarianos excluem carnes, podendo também excluir leite e ovos e passam a comer de forma desbalanceada sem a orientação de um profissional. Nesta situação, realmente pode não ser interessante. Porém quando bem montada, seja de forma temporária ou continua, a dieta vegetariana pode agir muito positivamente no tratamento e prevenção de doenças cardíacas, redução de colesterol e pressão arterial, tratamento de quadros de inflamação intestinal como diverticulite, por exemplo, redução do risco de desenvolver diabetes, pedra na vesícula e canceres principalmente de colón e próstata.
Também pode ajudar a reduzir a perda óssea que tende a acontecer após a menopausa e já foram mostrados benefícios na saúde cerebral e redução de sintomas de fibromialgia.
Devemos considerar sempre que cada indivíduo é único, e o que é recomendado para um pode não ser indicado para outro. De forma que é sempre mais indicado que antes de optar por uma mudança radical em sua dieta, esteja em acompanhamento com um nutricionista. Dessa forma também é possível trabalhar com a dieta vegetariana de forma periódica em algumas pessoas com o objetivo de tratar e/ou prevenir problemas; e assim Inserir refeições vegetarianas de acordo com a característica e necessidade de cada um.
O mais importante que uma vez decidido a seguir uma dieta vegetariana, é que essa seja orientada e propriamente planejada exclusivamente para você! Como básico e necessário, uma dieta tradicionalmente vegetariana precisa de atenção no consumo de alimentos como cereais integrais que incluem os diferentes tipos de arroz (integral, vermelho, negro, selvagem), quinoa, aveia em diferentes formas, leguminosas que incluem todos os tipos de feijões, lentilha, grão de bico e ervilha. É também essencial desenvolver preparações com estes grãos para que a dieta fique diversificada. O consumo de folhas verdes escuro também é de suma importância, assim como a inclusão de nozes e castanhas bem como de sementes como chia, gergelim, girassol e abóbora.
A preocupação por ter preparações que unam estes grupos de alimentos acaba sendo necessária para garantir a boa nutrição de um indivíduo vegetariano.
Seja por valores, opção, saúde ou apenas uma fase de pratica, é legal que seja um tipo de alimentação orientada e acompanhada para se ter a garantia dos nutrientes e benefícios que comprovadamente ela pode trazer.

27.out.2014

Síndrome do comer noturno

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A Síndrome do Comer Noturno é conceituada como um atraso no ciclo biológico e do padrão alimentar que certamente decorre de uma mudança social e comportamental tendo como principal característica o excesso de fome noturna que se inicia normalmente no fim do dia; levando a um alto consumo de calorias neste período. Pesquisas recentes têm demonstrado uma possível relação entre essa síndrome com uma maior incidência de obesidade, diabetes e uma piora na qualidade de vida.
Acredita-se que os fatores que desencadeiam a Síndrome da fome noturna estão relacionados com alterações nas secreções endócrinas, como da melatonina. Sendo a melatonina um neuro-hormônio regulatório do ritmo sono/vigília e um baixo nível desse hormônio provoca dificuldades para adormecer ou se manter dormindo, assim como a má qualidade do sono e humor deprimido. Esse descompasso faz com que as pessoas percam o apetite pela manhã e ao longo do dia, e normalmente ocorre períodos de jejum prolongado, superior a 3 horas ou ausência de alguma refeição. Por isso muitas pessoas quando iniciam uma reeducação alimentar com o desejo de emagrecer queixam-se da dificuldade de controlar a alimentação no período noturno.
Com o desequilíbrio da fome e saciedade ao longo do dia, e o envolvimento com as atividades de rotina do trabalho não as fazem se interessar pelo ato de se alimentar. Quando a noite se aproxima, os ânimos se acalmam e vontade de comer se aflora pelo fato dos níveis hormonais estarem elevados, torna-se quase impossível evitá-los, e normalmente a vontade é por carboidratos como: pizzas, pães, doces, massas, entre outros.
Para minimizar os efeitos da síndrome do comer noturno:
Evite saltar refeições – Fracione bem a alimentação durante o dia e evite consumir alimentos com alto teor de gordura ou açúcar, prefira frutas, castanhas nozes para os intervalos e abuse da salada e consuma uma boa fonte de carboidrato como arroz integral ou batata doce ou quinoa em grão, e prefira carnes magras;
Horário de Alimentação – Tenha horários para se alimentar, evite ficar mudando muito os horários de comer;
Tenha alimentos saudáveis em casa – Isso é primordial: se só estocar em casa alimentos saudáveis, ao sentir vontade de comer você só terá acesso a este tipo de alimento;
Atividade física – Realizar exercícios físicos no final da tarde é uma excelente maneira de controlar o estresse, relaxa o corpo e a mente provocando uma boa noite de sono;
Evite beliscar – É preferível fazer uma refeição mais completa a comer pequenos lanchinhos a noite toda;
Evite o café, chá preto – é uma bebida estimulante devido a presença de cafeína e deve ser evitada na parte da tarde e principalmente a noite.
Lembre-se: controlar a alimentação noturna é muito importante para o sucesso do seu objetivo.